Por equipe técnica Grupo DL Clean · Atualizado em setembro de 2026 · 4 min min de leitura
A diferença não está no ozônio: está na limpeza que vem antes dele, e ela é bem diferente nos dois casos.,Resposta direta: banco de tecido recebe extração; banco de couro, não — a água atravessaria a costura e alcançaria a espuma. Como o tratamento complementar só entra depois da limpeza, o que muda no fim é o processo inteiro.
O tratamento é o mesmo descrito no serviço de tratamento com ozônio para odores, com a ressalva de material que este artigo detalha.
Em banco de tecido, a oleosidade da pele e o particulado penetram na trama e chegam à espuma. É por isso que aspirar não resolve: o que causa o cheiro está abaixo da superfície.
O tratamento é por extração: a solução dissolve o que está impregnado e o equipamento aspira de volta junto com a umidade. Removida a matéria, a maior parte do odor sai com ela.
É também o tipo de banco em que o complemento com ozônio mais costuma ser indicado depois, porque tecido guarda mais e por mais tempo.
Couro não absorve como tecido. A sujeira fica na superfície e nos poros e vincos, que é onde escurece primeiro.
Extração aqui seria o pior tratamento possível: a água atravessa a costura e alcança a espuma interna, que é o que gera mofo e odor depois — exatamente o problema que se queria resolver.
O processo é de superfície, com espuma de pH neutro, seguido de hidratação. Sem hidratar, o couro resseca e trinca na dobra do assento, que é onde ele mais trabalha.
O banco fica pronto para uso quase imediatamente, porque não houve umidade aplicada em profundidade.
No tecido, dentro da trama e no enchimento. Odor mais persistente, mais difícil de localizar e o que mais se beneficia do complemento.
No couro, nas costuras e nos vincos, e sobretudo no que está em volta: forro do teto, carpete do assoalho e sistema de circulação do ar. Carro com banco de couro que cheira a cigarro quase nunca está cheirando pelo banco.
Por isso, em veículo de couro, o diagnóstico começa olhando para as outras superfícies — tratar só o banco costuma frustrar.
Não. A água atravessa a costura e alcança a espuma interna, o que gera mofo e odor depois. O tratamento é de superfície, com espuma de pH neutro e hidratação.
Sim, como complemento, quando o odor persiste depois da higienização. O que muda entre couro e tecido é a limpeza que vem antes, não o complemento.
Quase nunca. Em veículo de couro, o cheiro costuma estar no forro do teto, no carpete do assoalho e no sistema de circulação do ar — o couro absorve muito menos que o tecido.
Mande fotos do interior pelo WhatsApp dizendo se os bancos são de couro ou tecido.
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