A parte de fora tem duas versões, e a diferença entre elas não é capricho: é quanto tempo o resultado dura.
Lavar o carro por fora parece um serviço só, e são dois. A lavagem convencional remove o que a rua deixou: poeira, barro, resíduo de chuva e o filme que o trânsito deposita na pintura. É o que a maioria das pessoas quer e precisa.
A lavagem completa com cera faz isso e acrescenta uma camada de proteção sobre a pintura. Ela não muda o resultado do dia — os dois carros saem limpos — mas muda quanto tempo o carro continua parecendo limpo, e o quanto a pintura sofre com sol e chuva ácida no intervalo.
Convencional. Lavagem completa da carroceria, vidros, rodas, caixas de roda e frisos, com secagem. É a escolha para a manutenção regular, para quem lava com frequência e para frota, em que o objetivo é apresentação e não proteção de longo prazo.
Completa com cera. Tudo o que a convencional faz, mais a aplicação de cera sobre a pintura. Faz sentido em carro que fica exposto ao sol, em pintura escura — que mostra marca de água e microrrisco muito mais — e antes de um período em que o carro vai ficar parado na rua.
Também compensa antes de vender: carro com a pintura recém-protegida reflete melhor e é a primeira coisa que o comprador olha.
Se você lava o carro toda semana, a cera rende pouco. Se lava uma vez por mês e ele dorme na rua, rende bastante.
Carroceria inteira, com atenção às áreas que a lavagem rápida costuma pular: soleira, batente de porta e a parte de baixo do para-choque, onde o barro se acumula.
Rodas e caixas de roda, que são o ponto mais sujo do veículo e o que mais rápido volta a sujar.
Vidros e retrovisores, secos sem deixar marca.
Frisos e borrachas, que escurecem com resíduo e são o que mais denuncia lavagem apressada.
O que não está incluído: polimento, cristalização, vitrificação e reparo de pintura. São serviços de estética automotiva que a DL Clean não presta — se for esse o caso, dizemos antes.
São serviços independentes e resolvem problemas diferentes. A externa trata o que se vê de fora; a higienização interna trata o que está dentro do estofamento, do carpete e do forro — que é onde mora o cheiro.
Carro que cheira mal não melhora com lavagem externa, por mais completa que ela seja. E carro com a pintura fosca não melhora com higienização interna.
Combinar as duas na mesma visita costuma sair melhor: o deslocamento e a montagem do equipamento são custos fixos do atendimento, e diluí-los em dois serviços reduz o total.
A ordem é externa primeiro e interna depois, para que a água da lavagem não entre num interior recém-tratado.
Em frota, a lavagem externa costuma ser a de manutenção: o que importa é a apresentação do veículo que circula com a marca da empresa.
O trabalho é feito no pátio, em sequência, com os veículos entrando e saindo da linha conforme a escala. Isso reduz o tempo fora de operação ao tempo de serviço, sem somar deslocamento e fila.
A operação precisa fornecer ponto de água, ponto de energia, área com escoamento e um responsável para liberar chaves e confirmar a ordem.
Lavagem externa e higienização interna podem ser alternadas no calendário da frota: a externa com frequência maior, a interna em intervalos mais longos.
Informe o porte do veículo — hatch, sedan, SUV, picape, van ou furgão —, qual das duas configurações você quer, se vai incluir a higienização interna e o bairro.
Em frota, informe a quantidade e o porte predominante, além do endereço do pátio e da janela possível.
O valor é confirmado por mensagem depois desses dados. Se preferir, a equipe entra em contato para fechar os detalhes e combinar a data.
As duas lavam o veículo inteiro. A completa acrescenta uma camada de cera sobre a pintura, que não muda o resultado do dia mas prolonga quanto tempo o carro continua parecendo limpo e protege a pintura do sol e da chuva no intervalo.
Depende do porte do veículo, da configuração escolhida e da região. Informe o porte, qual das duas versões você quer e o bairro, que a equipe devolve o valor por mensagem — ou entra em contato para fechar os detalhes.
Não. Polimento, cristalização, vitrificação e reparo de pintura são serviços de estética automotiva que não prestamos. Quando é esse o caso, dizemos antes em vez de aceitar.
Dá, e costuma sair melhor: deslocamento e montagem do equipamento são custos fixos do atendimento. A ordem é externa primeiro e interna depois, para a água da lavagem não entrar num interior recém-tratado.
Não. Odor vem do estofamento, do carpete e do forro do teto, e quem trata isso é a higienização interna. Lavagem externa, por mais completa que seja, não alcança o interior.
Sim. Os veículos entram em sequência conforme a escala, o que reduz o tempo fora de operação. A empresa precisa fornecer ponto de água, ponto de energia, área com escoamento e um responsável para liberar as chaves.
Depende de onde o carro dorme e de quanto roda. Carro que fica na rua e pega sol pede intervalo menor, e é também o caso em que a versão com cera rende mais. Carro em garagem fechada aguenta intervalos maiores.
Valor por m² ou por peça, sem taxa de visita
Envie fotos do ambiente pelo WhatsApp e receba uma faixa de valor no mesmo dia.